Entre a urna e o caos

Na hora de decidir a situação do prefeito Daniel Cândido (PSD), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) terá mais a analisar do que um punhado de regras e burocracias. Resultado das urnas deverá ser levado em consideração sob risco de lançar município no caos político. Cândido foi reeleito com 54,33% e o peso da votação foi levantado na terça-feira (21), pelo ministro Gilmar Mendes.  O argumento do juiz do TSE faz todo sentido. Deixar de considerar esse ponto imporia repetição da situação de Brusque em 2015 e que fez com que a cidade tivesse quatro prefeitos em período inferior a dois anos. Julgamento deve ser retomado nas próximas semanas.